Muito a aprender com Kim.

É impressionante como algumas personalidades tem um dom quase natural (sem contar doses infinitas de obsessão) para dominar o mundo midiático e as redes sociais. Os profissionais de comunicação só tem a aprender com elas e, assim, avaliar o que serve, ou não, para seu trabalho. Como o pessoal da #Ogilvy não é bobo, já fez um resumão sobre os princípios da selfie com base no livro The Kim Kardashian Principlede Jeetendr Sehde sobre Kim Kardashian.

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Busquei o livro na Amazon (best seller no New York Times, claro) e a resenha dá uma ideia clara sobre o fenômeno, neste caso o livro, não a Kim.

THE INSTANT NEW YORK TIMES BESTSELLER

How do social media stars generate such obsession – even more than the Hollywood A-list? And what can they teach us about making our own ideas, products and services break through? The world’s leading authority on celebrity branding, Jeetendr Sehdev, tackles these questions head on.

Sehdev shows why successful images today – the most famous being Kim Kardashian – are not photoshopped to perfection, but flawed, vulnerable, and in-your-face. This total transparency generates a level of authenticity with audiences that traditional marketing tactics just can’t touch.

The Kim Kardashian Principle reveals the people, products and brands that do it best – from YouTube sensations like Pew Die Pie to taxi-hailing app Uber – and proves why the old strategies aren’t working. After all, in a world where a big booty can break the internet, self-obsession is a must-have. No posturing, no apologies, and no shying away from the spotlight.

The Kim Kardashian Principle is a fresh, provocative and eye-opening guide to understanding why only the boldest and baddest ideas will survive – and how to make sure yours is one of them.

Comprei o livro no Kindle para fazer uma leitura isenta, curiosa, sem preconceito. Porque ler também é parte do meu trabalho =)

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Hoje não vou ser low profile.

Normalmente, não costumo me autopromover.  Sempre fui assim, é meu jeito. Prefiro que meus clientes apareçam, enquanto eu fico no backstage.

Por isso, sinto que às vezes nem todo mundo que me conhece sabe que, hoje, o foco do meu trabalho é redação e conteúdo.

No portfólio da K, minha empresa, tem agências e empresas muito bacanas, charmosas e influentes, como Ogilvy, Curaprox, Alain Ducasse Formation, Sponsor, Performa Investimentos, Allianz, Agência Nuts, Klabin, Pampers via F/Nazca, BETC Brasil, F.Biz, entre outras.

Por que os clientes me contratam?

Porque redação faz parte do meu DNA criativo. Sou boa em ideias e conceitos. Penso no todo. Faço pesquisa e curadoria do conteúdo. Sou rápida. Tenho conhecimento e experiência. Meus trabalhos tem elevado índice de aprovação. Escrevo com prazer textos de qualquer tamanho. Consigo compreender bem a linguagem de cada marca e reproduzi-la. Sou preciosista. Por causa da minha vivência em grandes agências e como diretora de criação, tenho fortes critérios. E, o mais importante, meu texto vende.

Para quem não curte se exibir, até que falei bastante sobre meus pontos fortes, porque sei que, como profissional, isso é importante, no mínimo para você saber mais sobre meu trabalho e lembrar de mim quando precisar.

EM RESUMO

O que  faço: conteúdo e redação para redes sociais, redação para websites, e-mail marketing, folder, banner, mala-direta, cartas, relatórios institucionais e projetos afins.

O que não faço: campanhas de advertising, filmes de 30″, spot para rádio.  Esse não é meu foco.

Como saber mais: acesse minha página no Linkedin: Ligia Kempfer. E http://www.behance.net/lig

Como entrar em contato: escreva para ligiakempfer@about.me 

Burberry: conteúdo que vai além.

Conteúdo informativo é o que as marcas mais tem produzido em redes sociais, seja por jornalistas, seja por publicitários. O conteúdo nasce e morre na fanpage, no Instagram ou no Twitter, com expectativas de likes ou comentários (ou em “conversas” quando isso acontece). Nada errado, porque é um modelo de baixo custo que também funciona em algumas estratégias. Agora, quando vemos a Burberry, estamos diante de outra esfera de conteúdo. As “entregas” feitas em um veículo vintage – que circula pelas ruas londrinas – já são motivo para uma foto linda e sentimentos de exclusividade da marca. A ação vira conteúdo. Da mesma forma, o filme de 30 segundos para o Instagram, com o menino usando a clássica capa da Burberry e assoprando neve! A forma é conteúdo, beirando a poesia. O conteúdo nasce a partir de uma ideia, conceito e produção. Tudo estupidamente simples, lindo, conceitual e memorável. Como tem que ser. Conquista atenção e relevância, porque vai além do produto e da marca.

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