Já conhece a Li.st?

Li.st é uma nova rede social em que as postagens são em formato de listas. Sim listas, não listras. O slogan é ótimo e diz tudo: Li.st. Not for groceries. As listas podem ser desde as coisas mais legais que você comeu na semana até os 5 melhores apps que você conhece.

Vale tudo que for listável, divertido e interessante.

A rede social ainda é nova. E, pra variar, estou sozinha por lá. (rs)

Meu perfil tem foco em comida, um assunto que adoro e considero inesgotável.

Como as empresas poderão usar? Simples, criando conteúdos relevantes e criativos que caibam em listas. Exemplo. Uma marca de chocolates pode criar uma lista dos chocólatras mais famosos do mundo. Ou uma lista com os mais importantes produtores de cacau. E por aí afora.

O Li.st foi criado para mobile e permite fazer listas com ou sem imagens. Como não é uma rede essencialmente imagética, o texto e o conteúdo tem grande peso na conquista de audiência.

Quer ver minha lista sobre “Sabores memoráveis da feirinha Aizomê Ichiba”? Clica aqui.

O que ando fazendo…

Este blog já passou por várias fases desde que nasceu, mas o objetivo nunca mudou: ser um rascunho do que penso e um espaço para compartilhar algum conhecimento de comunicação. Às vezes, tudo fica quieto por aqui. Porque estou concentrada em meu trabalho, na minha vida pessoal e em outras atividades.

Recentemente, estive muito ocupada com projetos grandes e muitos legais para duas startups (Empodera.Vc e Sapiens) e para a Anjos do Brasil. Para as startups fiz a redação dos websites, dos e-mails das réguas de relacionamento e das apresentações em keynote. Para a Anjos, fiz o plano de conteúdo de social media e a redação para o novo website que vai entrar no ar em breve, com design de um parceiro incrível, a Aretha. Ao mesmo tempo, continuei envolvida com a Curaprox, para quem desenvolvo conteúdos e faço gestão das redes sociais há 3 anos (um case de sucesso que adoro).

Agora estou também fazendo mentoria para uma startup voltada para educação com base em Portugal, o Autonômicos, que tem como co-fundadores  o William Gama e a Karla Fabro.

Como também desenho, pretendo consolidar ainda mais essa atividade com a criação de um portfólio online em breve.

Enfim, é isso. Estou sempre fazendo coisas interessantes que nem parecem trabalho. Quando sobra tempo, escrevo aqui também.

 

As fotos de 1 dólar e o Instagram.

Li hoje uma dica para empreendedores de pequenas empresas que desejam abrir sozinhos um perfil no Instagram: “Se possível, contrate um banco de imagens – alguns oferecem fotos profissionais  por cerca de 1 dólar cada foto.”

Se isso já passou na sua cabeça, posso dizer seguramente: não, não faça isso!

Quem em sã consciência quer ver no seu feed aquelas fotos de mala-direta? Aquelas fotos com originalidade zero?

Jamais subestime seus seguidores. Eles sabem identificar uma foto de banco de imagem, mesmo quando não conseguem explicar isso tecnicamente.

Instagram é uma plataforma em que a imagem precisa contar alguma história e convencer que o instante é real. Além de bonita, precisa ser verdadeira.

Se você não sabe produzir fotos bacanas ou não tem que o faça, ou ainda não tem verba para um fotógrafo, avalie se essa plataforma faz mesmo sentido para sua marca. Talvez seja melhor esperar um pouco mais para usá-la ou partir para outra.

Veja também se o seu produto é sexy e tem apelo visual suficiente para estar no Instagram.

Muitos conseguem bons resultados na produção de imagens mesmo sem nunca terem fotografado profissionalmente, mas apenas seguindo o próprio senso estético, estudando o básico de luz, composição e fotografia.

É comum ver profissionais de moda, chefs de restaurantes e donos de outros estabelecimentos que, intuitivamente, descobrem a linguagem da plataforma e da própria marca.

Com o tempo, eles sentem o que funciona ou não. E fazem uma produção digna de muitos likes.

Dá trabalho? Sim. Exatamente como tudo que faz sucesso.

Inga Sempé: website mosaico.

Simples, lindo, divertido, diferente. Não é preciso dizer mais nada. É um dos sites mais interessantes que já visitei. Tudo a ver com o design de Inga Sempé. Clicando em cada produto, a gente vê do que se trata um. Ah, mais legal. Existe a opção de ver as imagens randomicamente.  Inga Sempé.

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A radical transparência do conteúdo.

O site da Everlane é um dos mais bacanas que já vi e não é por causa do design, navegação ou fotos. É o conteúdo mesmo que tem tudo a ver com o posicionamento da marcaRadical Transparency: Know your factories. Know your costs. Always ask why.

  1. Pode ser uma blusa, uma bolsa ou outro produto. Você sabe quem é o fornecedor e a razão da escolha dessa parceria.
  2. Os detalhes do produtos estão ali em poucos bullets points. Tem dúvidas? Há um e-mail especial para contato.
  3. No mosaico de fotos minimalistas, há um ícone de play: surge um vídeo do produto onde havia uma imagem.
  4. Textos enxutos e amigáveis, mas sem falsa intimidade. Nada é desnecessário.
  5. Agora, o melhor: um infográfico discriminando os custos da peça e o preço final ao consumidor: “nós acreditamos que o consumidor tem o direito de saber quanto custou fazer este produto”.

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No site ainda tem um resuminho de como tudo começou quando Michael Preysman deixou de trabalhar com venture capital para abrir o próprio negócio e fazer algo diferente de verdade. Dá para perceber que ele conseguiu. Cool demais. A marca vende produtos básicos de moda com alta qualidade e já virou um fenômeno de vendas.