Um texto muito interessante de Evgeny Morozov para o New York Times, publicado hoje no Link do Estadão. “A ideia de zanzar pela internet está sendo assassinada pela organização da rede assim como as transformações de Paris na segunda metade do século 19 mataram o flanar.” Leiam aqui. Recomendo.
Aos 20 anos eu queria ser linda como a Isabella Rosselini para fazer filmes ao lado de Dennis Hopper e fechar contratos milionários com a Lâncome. Hoje, um tempinho depois, eu ainda quero ser como ela quando crescer. Não pela beleza, mas pela capacidade de renovação, coragem, bom humor e força criativa dessa mulher depois dos 60.
Isabella é filha da sueca Ingrid Bergman e do diretor italiano Roberto Rosselini. Ela é do tempo que conteúdo vinha de família. É uma personalidade atual e atemporal capaz de quebrar paradigmas no mundo real e digital. No momento, ela escreve e produz conteúdos criativos em forma de vídeo para a web. Ela é autora da série Green Porno, filmes educativos sobre o sexo no reino animal.
Depois.
Antes.
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Amanhã, é o último dia do Campus Party deste ano. Vão estar lá dois profissionais que admiro muito.
A Lé Orsioli, da We Are Social, no debate sobre Storytelling.
E o Humberto Matsuda, da Performa Investimentos, contando o que atrai um investidor para colocar dinheiro numa startup.
O Humberto vai falar no estando do Sebrae na parte da manhã e da tarde. Clique aqui para ver a agenda do Sebrae no Campus Party. A palestra da Lé será das 14:15 às 15:45, no Palco de Mídias Sociais.
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Moda de rua legal é em Londres. Ponto. É uma cidade que me inspira pra caramba, mesmo vendo de longe, vendo no jornal. Olha isso: Street Style Bloggers.
Fiquei maluca quando vi este blog aqui então.
No artigo do The Guardian tem um monte de links bacanas. Viagem rapidinha e sem custo para a cidade que anda na contramão.
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Para alguns, seria crise. Para mim é festa. Uma fase em que troco minhas armaduras mentais por vestimentas mais leves.
Parei este blog por um tempo. Reflexões? Não, momento macunaíma. Preguiça, preguiça.
Preguiça de escrever sobre o que pouco importa para os outros. O que não faz diferença para ninguém. Portanto, o novo público deste blog sou apenas eu. Nenhum narratário invisível para me fazer pensar em como ou o que escrever.
Vou usar este espaço apenas como um depósito das coisas legais que ando lendo e vendo por aí.
Se quiser olhar, fique à vontade. Se quiser comentar, idem. Se quiser, faça apenas o que quiser.
De vez em quando posso até falar em vida digital, vida em marte, vida em comunicação, vida em nosso tempo. Posso. Se quiser.
Eu ia abrir outro blog, mas para que? Os dias andam muito quentes e eu continuo com preguiça.
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Por Alessandro Rodrigues, o meu amigo semigeek.
Curtir, like ou joinha. Independente do nome, o botão mágico está presente em praticamente todos os sites da internet e, é difícil navegar pela rede sem clicar ao menos uma vez em um botão curtir.
Não podemos negar que a funcionalidade criada por Mark Elliot Zuckerberg revolucionou a forma como os usuários da internet interagem com o conteúdo da rede, além de servir como uma métrica de avaliação para que produz conteúdo, uma espécie de pesquisa de opinião em tempo real.
Não sou contra o botão curtir, mas por experiência própria, tenho notado uma certa banalização no uso da funcionalidade.
Durante um determinado período eu fiz tracking de todo conteúdo postado por mim no Facebook e também observei o comportamento dos usuários no próprio Facebook. Depois de algumas análises, cheguei a algumas conclusões. Essa experiência foi feita Continuar Lendo »
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É impressionante como, depois de tantos anos, a Gisele Bündchen ainda vende qualquer coisa sem abrir a boca, sem dizer qualquer coisa. Qual o conteúdo? Nenhum. Assim é também na fan page dela. Quando “ela” posta “Bom início de semana”, 2.200 pessoas curtem isso imediatamente. Ela raramente fala em público, não se posiciona, não cria diálogos, não informa, não tenta criar vínculos. Mesmo assim tem uma audiência bizarra com sua imagem bela e silenciosa. É um fenômeno. A prova de uma imagem vende mais que mil palavras. Que conteúdo, que nada. Viva os fotógrafos e diretores de arte.
Curtiram meu post? Claro que não. Falei demais… rs
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Quase um quarto dos 500 milhões de habitantes de países da União Europeia nunca usaram a Internet e há uma divisão que vem se agravando entre o norte da Europa e as regiões mais pobres sul e leste, mostraram dados divulgados nesta quarta-feira. Mais da metade da população da Romênia e pouco menos da metade dos habitantes de Bulgária, Grécia, Chipre e Portugal não têm acesso à Internet em casa, segundo dados da Eurostat, agência de estatísticas da UE.”
Incrível, né? Leia mais aqui.
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Há um conceito chamado “Perfect stranger”, que está associado a pessoas que você não conhece, mas com quem compartilha conteúdos porque vocês têm os mesmos gostos. São produtos ou serviços compartilhados, e não somente por meio de “seguidores” ou “fãs”. Há também uma grande onda de marcas que buscarão mais humanidade em suas ações. Será uma forma mais transparente de se relacionar com consumidores.“
Trecho da entrevista com Reinier Evers, fundador do Trendwatching, sobre como nascem as tendências de consumo. Na Exame.
Para quem gosta do assunto, recomendo também o livro “Reconhecimento de Padrões“, de William Gibson.
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Lembram quando o Orkut começou e todos ficaram viciados? E da mesma forma algum tempo depois desencanaram? Como usuária, observadora e redatora de redes sociais, há algum tempo tenho a sensação de que as pessoas ainda vão cansar do Facebook e de outras redes sociais também. Li um artigo no Diário da Saúde que reforça essa ideia com dados concretos.
REDES SOCIAIS COMEÇAM A CANSAR USUÁRIOS – BBC
Cansaço virtual
Uma pesquisa realizada por uma consultoria especializada em tecnologia da informação identificou “sinais de fadiga” no uso de redes sociais, como Facebook, Orkut e Twitter, entre segmentos de usuários em diversos países.
A pesquisa da consultoria Gartner ouviu 6,3 mil pessoas entre 13 e 74 anos de idade, em 11 países desenvolvidos e emergentes, incluindo o Brasil.
Do total, 37% dos respondentes disseram ter aumentado o uso de redes sociais, principalmente entre os mais jovens.
Por outro lado, 24% disseram que estão usando as redes sociais menos do que no início.
Janela de atenção
“A pesquisa mostra uma certa fadiga das redes sociais entre os usuários mais antigos”, disse o diretor de pesquisas da Gartner, Brian Blau. Continuar Lendo »
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Depois de muitos anos, ontem reencontrei o Ricardo Cammarota, o Rica, para um café no estúdio dele com direito a bolo de chocolate. O trabalho dele continua lindíssimo, com o bom gosto de sempre. São ilustrações em diversas técnicas que revelam um domínio raro.
Tem muita coisa bacana no site dele.
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Achei excelente este artigo que saiu na Smashing Magazine: Easier is Better than Better. É sobre a dificuldade que as pessoas tem ao lidar com as inúmeras opções de produtos. O que deveria ser uma coisa legal acaba se tornando complexa. Por isso, quanto menos opções, mais rápido e eficiente é o processo de escolha. Normalmente, sinto uma dificuldade parecida quando vejo um daqueles cardápios de pizzaria com milhares de sabores. Levo mais de dez minutos avaliando, mas sempre peço a mesma coisa: pizza de milho.
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Minha amiga Tânia F. trouxe-me um Kindle Fire dos EUA semana passada.
Fresquíssimo, recém-lançado. Juro, eu acho mais lindo que o iPad, por ser mais compacto. E mais interessante, pela variedade de entretenimento que ele oferece via Amazon, como assinaturas anuais para baixar revistas, filmes, seriados, etc.
Mas tem um detalhe: essas coisas divertidas ainda não estão disponíveis em nossa área. E certamente não tem previsão para acontecer. (Oh, Amazon, venha logo para o Brasil!!)
Percebi que ele é sincronizado com meu outro Kindle, ou seja, meus livros da Amazon estão disponíveis nos dois aparelhos, apesar que ainda prefiro ler no outro que tem um design mais apropriado para leituras longas.
Tem uns bugs bobos que eu já sabia porque eu li em algumas resenhas. Como não sou chata, nem maníaca, isso não me incomoda mesmo.
Sinto apenas falta de uma câmera para fotografar. Nisso, ainda sinto inveja do PlayBook.
E ainda não aprendi a desativar o corretor automático (como odeio isso em qualquer aparelho!).
Gosto do tamanho que cabe numa carteira de festa, tipo clutch. Até nisso ele é bacana.
Pense naqueles momentos como formaturas, casamentos, chá de bebês, festas de empresa… Dá para levar o tablet numa boa e flutuar de bom humor.
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Conheci hoje o divertido site flout.me, uma paródia do klout.com, que mede a nossa influência na web como pessoa ou empresa.
“Sites like Klout try to tell you how important you are. That’s ridiculous! Only you know how important you are. Flout lets you flaunt it to the world.”
No flout.me você é quem sabe da própria audiência, por isso é você mesmo que vai fornecer o seu score.
Pensa que é brincadeira? Este assunto saiu até no TechCrunch. Eu levei tão a sério que me dei 1000 pontos pra começar. Talvez amanhã eu reveja e volte à dura realidade de uns -35.
“Set your social influence score with Flout.me and flaunt it. Because, after all, rules are made to be flouted.”
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Este comercial de celular está sob investigação na Inglaterra porque bateu o recorde de reclamações do ano.
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O Black Friday está chegando ao Brasil, mesmo sem comemoração significativa do Dia de Ação de Graças por aqui.
Enfim, será que vai rolar? Será que os descontos serão absurdos como deveriam ser para manter a forte tradição que existe nos EUA ?
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Juro que não tenho neura de ver alguém copiando meus textos. Até porque a maioria deles não é nada do outro mundo e só faz sentido sabendo que fui eu que escrevi. Além disso porque eu tenho total noção que a partir do momento que eu escrevo alguma coisa na web aquilo tem grandes chances de ser apropriado por qualquer pessoa com um simples copy and paste.
Talvez por ser redatora e estar sempre escondida por trás de trabalhos que não citam o autor, eu tenha criado recursos inconscientes para não sofrer com esse tipo de coisa. Um deles é o desapego.
Nunca encontrei por aí nenhuma cópia dos meus textos autorais, inclusive porque nunca procurei. Além do que acho que meus assuntos interessam a um público pequeno.
Mas tem gente que é vítima disso o tempo todo, principalmente pessoal que tem blog ou site com um conteúdo informativo bacana, como é o caso do meu amigo Alessandro Rodrigues, que é autor do EVOM e do Semigeek. Ele reclama horrores sobre isso e eu sempre digo: quem mandou ser uma Louis Vuitton no mundo dos blogs?
Well, mas para quem se incomoda ou percebe que está sendo descaradamente copiado, tem alguns sites que ajudam a proteger o texto. Achei algo aqui neste blog. Um texto simples e nada difícil de entender. Basicamente ele apresenta 3 sites que tem ferramentas “anticopy and paste”. Se tiver a fim de saber quais são, leia diretamente lá porque eu não copio nada dos outros…
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Minha filha de 5 anos pediu para eu fazer um bolo a fim de vendermos na calçada em frente ao prédio. Não sei onde ela viu isso, mas eu topei.
É um bom começo para uma pequena empreendedora, não?
Hoje perguntamos a um taxista se ele pagaria R$ 3,00 por uma fatia do nosso bolo e ele disse que sim. Até pesquisa já fizemos… (rs)
Se a experiência der certo, pensei em repetir o negócio nas férias de dezembro e reverter parte da renda para crianças carentes de alguma instituição. Assim ela também aprende a fazer caridade com parte dos lucros.
Aguardem fotos!
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O problema nem sempre é o cliente que exige prazos absurdos para trabalhos estratégicos e criativos, mas também as agências que aceitam fazer nesse tempo sem dizer como as coisas funcionam.
Geralmente, o medo de perder a conta vem antes de tudo.
(Encontrei este vídeo no Facebook na timeline da Cecília N.)
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Percebo que uma nova onda de profissionais femininas vem aí. Eu diria que são duas categorias divididas em momentos diferentes de vida.
MAMÃE É GEEK
Elas não querem mais se submeter ao trânsito, longas jornadas na “firma” e ficar distante dos filhos. São mulheres geralmente talentosas, descoladas e não gostam de usar coletes de ferro para enfrentar o mundo corporativo. Continuar Lendo »
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Não tenho nada contra exibir propaganda para os pais das crianças. Podem mostrar bonecas anoréxicas, tratores que fazem xixi, panelinhas que twittam, qualquer coisa! De preferência, depois das 22h quando elas estão dormindo. Quem deve decidir qualquer compra são os pais, seja de brinquedos, seja de comida, enfim, qualquer coisa. Por mais que eu cuide do que minha filha, 5 anos, vê na TV (nunca aberta), às vezes escapa alguma coisa. Outro dia ela contou que viu o comercial de um carro e citou os features para mim… Quase pedindo para eu comprar um igual. Mas a parte boa, eu preciso reconhecer, foi que percebi que ela não sabe quem é o Faustão! Gente, que alívio.
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Os sonhos ainda não eram coloridos na TV.
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Já falei aqui outra vez. Sou a redatora que sonha ser astronauta. Mas pelo jeito não será desta vez, segundo a notícia que saiu hoje no Estadão. Não estudei ciências, matemática e engenharia, nem sou americana. Oh, vou ter que me contentar em seguir o @astro_soishi no Twitter postando aquelas imagens maravilhosas.
Fotos: Soichi Noguchi 野口 聡一 (@Astro_Soichi)
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Desembarcou agorinha em São Paulo a agência “We are Social“. Desejo tempo bom e muito sol para minha Lé Orsioli.
Quem puder veja o site, conheça os clientes e repare numa aba muito legal no menu: “ética”.
“Em nossas campanhas, nosso approach com parceiros sempre será claro sobre quem somos e o que representamos. Não passamos adiante mensagens que não acreditamos e nem pedimos a ninguém que o faça.”
Cool.
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Tá acontecendo nesta semana o Pense Moda 2011, que, como os próprios organizadores definem, é:
“Um seminário anual criado em 2007, com base em São Paulo, que promove encontros de profissionais nacionais e internacionais nas áreas de fotografia, styling, direção de arte, beleza, jornalismo de moda, novas mídias, cultura e comportamento.”
Recomendo aos publicitários, curiosos e todos que trabalham com algum tipo de comunicação. O mais legal de tudo, dá para ver em casa mesmo, via live streaming, grátis, no site da Renner.
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